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Uma oração de John Piper pela pandemia de Coronavírus View

Pai,

Em nossos melhores momentos, por tua graça, não estamos dormindo no Getsêmani. Estamos acordados e ouvindo a oração do teu Filho. Ele sabe, lá no fundo, que deve sofrer. Mas em sua perfeita humanidade, ele clama: “Se possível, passa de mim este cálice”.

Da mesma forma, sentimos, lá no fundo, que essa pandemia é designada, em tua sabedoria, para propósitos bons e necessários. Nós também devemos sofrer. Teu Filho era inocente. Nós não somos.

No entanto, em nossa humanidade menos do que perfeita, com ele também clamamos: Se possível, passa de nós este cálice. Faze rapidamente, ó Senhor, o trabalho doloroso, justo e misericordioso que resolvestes realizar. Não te demores em julgamento. Não demore a tua compaixão. Lembra-te dos pobres, ó Senhor, de acordo com a tua misericórdia. Não esqueças o grito dos aflitos. Conceda recuperação. Conceda uma cura. Livra-nos — tuas pobres criaturas indefesas — dessas tristezas, oramos.

Mas não desperdices a nossa miséria e tristeza, ó Senhor. Purifica o teu povo da preocupação impotente com o materialismo estéril e o entretenimento sem Cristo. Torna a isca de Satanás amarga em nossas bocas. Corta de nós as raízes e os restos do orgulho, do ódio e dos caminhos injustos. Concede-nos a capacidade de ficarmos indignados quando menosprezamos a tua glória. Abre os olhos do nosso coração para ver e saborear a beleza de Cristo. Inclina nossos corações à tua palavra, teu Filho e teu caminho. Enche-nos com coragem compassiva. E faze um nome para ti mesmo através do serviço do teu povo.

Estende a tua mão em grande avivamento para o bem deste mundo que perece. Que as terríveis palavras do Apocalipse não sejam proferidas nesta geração: “Porém, não se arrependeram”. Assim como feristes corpos, atinje agora as almas adormecidas. Proíbe que eles permaneçam adormecidos nas trevas do orgulho e da descrença. Em tua grande misericórdia, fala a esses ossos: “Viva!” E alinha os corações e as vidas de milhões com o valor infinito de Jesus.

Em nome de Jesus, amém.

Artigo adaptado do livro Coronavírus e Cristo, de John Piper.

Como entender a vontade de Deus perante os desastres nos últimos dias View

O Senhor Jesus também nos disse há muito tempo, “Mas à meia-noite ouviu-se um grito: Eis o noivo! saí-lhe ao encontro!” (Mateus 25:6). “…buscai, e achareis; batei e abrir-se-vos-á” (Mateus 7:7). Isso significa que as pessoas estarão pregando e testificando quando o Senhor voltar. Ao ouvir as palavras “o noivo vem”, as pessoas devem procurar e investigar ativamente a volta do Senhor, pois somente assim poderão receber bem a volta do Senhor. A partir de agora, em todo o mundo, apenas a Igreja de Deus Todo-Poderoso está testificando que o Senhor Jesus retornou. Ele expressou a verdade e realiza a obra de julgamento, começando na casa de Deus, cumprindo assim as profecias do Senhor Jesus: “Ainda tenho muito que vos dizer; mas vós não o podeis suportar agora. Quando vier, porém, Aquele, o Espírito da verdade, Ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por Si mesmo, mas dirá o que tiver ouvido, e vos anunciará as coisas vindouras” (João 16:12-13). “Quem Me rejeita, e não recebe as Minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o julgará no último dia” (João 12:48). E 1 Pedro 4:17 diz, “Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus.” Deus Todo-Poderoso realiza a obra de julgamento e castiga com base na obra redentora do Senhor Jesus. Ainda que creiamos no Senhor e recebamos perdão por nossos pecados, nossa natureza pecaminosa ainda está dentro de nós. Então, o que experimentamos é arrogância e presunção, desonestidade e ardil, egoísmo e baixo instinto, maldade e cobiça entre outros caracteres satânicos. Estamos sempre pecando e nos rebelamos contra Deus e a Ele resistimos, incapazes de nos libertar das amarras do pecado. Portanto, quando o Senhor Jesus retornar nos últimos dias, ainda terá que realizar a obra de julgamento e de purificação do homem, livrar completamente a humanidade da sua natureza pecaminosa, salvá-la da influência de Satanás e dos desastres e levá-la ao reino de Deus. Como diz Deus Todo-Poderoso: “Embora tenha feito muita obra entre os homens, Jesus apenas completou a redenção de toda a humanidade e tornou-Se oferta pelo pecado do homem; Ele não livrou o homem de todo o seu caráter corrupto. Salvar o homem plenamente da influência de Satanás não exigiu apenas que Jesus Se tornasse a oferta pelo pecado e carregasse os pecados do homem, mas também exigiu que Deus fizesse uma obra maior ainda para livrar o homem completamente de seu caráter satanicamente corrompido. E assim, agora que o homem teve seus pecados perdoados, Deus voltou para a carne para guiar o homem até a nova era e começou a obra de castigo e julgamento. Esta obra tem trazido o homem a um reino superior. Todo aquele que se submete ao Seu domínio há de desfrutar de uma verdade maior e de receber bênçãos maiores. Eles hão de viver verdadeiramente na luz e de ganhar a verdade, o caminho e a vida”.

Diante desse evangelho sobre a vinda do reino dos céus, quantas pessoas buscarão ativamente e investigarão o caminho verdadeiro? Muitas pessoas são indiferentes e insistem em permanecer na escuridão. Não buscam ou investigam de forma nenhuma a aparição e a obra de Deus, tampouco se concentram para ouvir a voz de Deus e assim acolher o retorno do Senhor. Qual o problema disso? Isso mostra que nós, humanos, não amamos a verdade; apenas queremos ser arrebatados ao reino dos céus e receber bênçãos. Não queremos ser julgados e castigados, mas estamos cheios de todos os tipos de caracteres corruptos e satânicos. Então, como podemos ser purificados sem experimentar o julgamento de Deus e o trabalho de purificação nos últimos dias? As pessoas ainda vivem em pecado, resistindo a Deus e se rebelando contra Ele todo tempo, em qualquer lugar, e algumas ainda fazem de tudo para condenar e resistir à aparição e à obra de Deus. Esse tipo de pessoa pode escapar da grande tribulação? As palavras de Deus diz: “Quando a humanidade estava cheia de corrupção e seriamente desobediente a Deus, Ele teve de destruir essa humanidade, por causa de Seu caráter e Sua essência, e de acordo com Seus princípios. Mas, por causa da essência de Deus, mesmo assim Ele teve pena da humanidade e até quis usar várias maneiras de redimir a humanidade para que ela pudesse continuar a viver. Em vez disso, o homem se opôs a Deus, continuou a desobedecer a Ele e se recusou a aceitar Sua salvação, isto é, recusou-se a aceitar Suas boas intenções. Não importava como Deus o chamasse, o lembrasse, o suprisse, o ajudasse ou o tolerasse, o homem não compreendia nem apreciava, nem prestava atenção. Em Sua dor, Deus ainda não Se esquecia de dar ao homem Sua máxima tolerância, esperando que o homem voltasse. Depois de chegar ao Seu limite, Ele fez o que tinha de fazer sem hesitação alguma. Em outras palavras, houve um período específico de tempo e um processo desde o momento em que Deus planejou destruir a humanidade até o início oficial de Sua obra, ao destruir a humanidade. Esse processo existiu com o propósito de capacitar o homem a voltar, e foi a última chance que Deus deu ao homem. Então, o que Deus fez nesse período antes de destruir a humanidade? Deus executou uma quantidade significativa da obra de lembrar e exortar”. “Na vasta extensão do mundo, ocorreram incontáveis mudanças, oceanos acumularam terra formando campos, campos ficaram alagados e formaram oceanos, repetidamente. Ninguém é capaz de liderar e guiar esta raça humana, a não ser Aquele que governa todas as coisas no universo. Não há ninguém poderoso para trabalhar e fazer os preparativos para esta humanidade, muito menos alguém que seja capaz de liderar esta espécie humana para seu destino de luz e libertá-la das injustiças terrenas. Deus lamenta o futuro da humanidade, Ele sofre por sua queda, padece que a humanidade marche, passo a passo, para a decadência e à senda sem retorno. Uma humanidade que partiu o coração de Deus e renunciou a Ele para buscar o Maligno: alguém já pensou no rumo que uma humanidade como esta poderia seguir? É precisamente por essa razão que ninguém sente a ira de Deus, que ninguém busca uma forma de agradar a Deus nem tenta se aproximar de Deus, e, além disso, que ninguém busca compreender a tristeza e a dor de Deus. Mesmo após ouvir a voz de Deus, o homem continua em sua própria senda, persiste em se desviar de Deus, evitando a graça e o cuidado de Deus, rejeitando a verdade de Deus e preferindo se vender para Satanás, o inimigo de Deus. E quem foi que pensou — caso o homem persista em sua teimosia — em como Deus agirá em relação a esse homem que O dispensou sem sequer um olhar para trás? Ninguém sabe que a razão para os repetidos avisos e exortações de Deus são porque Ele preparou em Suas mãos uma calamidade como nunca houve, que será insuportável para a carne e a alma do homem. Essa calamidade não é meramente uma punição da carne, mas também da alma”.

Podemos compreender, a partir das palavras de Deus, que Ele tem a essência da santidade e abomina os pecados da humanidade. Uma vez que o homem é muito corrupto, Deus não tem outra escolha, a não ser permitir que desastres atinjam a humanidade; Entretanto, já que Ele criou o homem, também não pode suportar vê-lo destruído dessa maneira, e portanto, antes da grande tribulação, Ele dará a todos a oportunidade de aceitar a Sua salvação nos últimos dias. O mesmo aconteceu quando Deus permitiu que Noé pregasse o evangelho, quando ao longo de mais de um século, Deus deu ao homem a oportunidade de vir a Ele para receber Sua salvação, mas como, naquele tempo, o homem não entendeu que a intenção de Deus era salvá-lo, fez-lhe oposição e a resistiu obstinadamente. O homem não aceitou a salvação de Deus e foi finalmente destruído pela inundação. Isso acontece também com a segunda vinda do Senhor nos últimos dias. O homem já teve bastante tempo, Deus Todo-Poderoso tem trabalhado por quase 30 anos, desde o ano 1991. A Palavra manifesta em carne como foi expressa por Deus Todo-Poderoso, também em vários filmes evangélicos, em histórias em quadrinhos, em cantos de corais e em todos os tipos de testemunhos feitos pelo povo escolhido por Deus que sofreu a transformação de seus caracteres — todos produzidos pela Igreja de Deus Todo-Poderoso — e publicados on-line. Em todo o mundo, há pessoas de que os usam durante suas buscas e investigações. Deus também faz uso das pessoas que pregam para nós e testemunham a Sua obra nos últimos dias. O evangelho da vinda do reino dos céus se espalhou por todo o mundo. Quantas pessoas buscaram e investigaram ativamente o verdadeiro caminho? Como é que essas pessoas corruptas que resistem e rejeitam a Deus podem escapar da Sua ira? A partir de agora, a obra de Deus nos últimos dias está prestes a terminar. A grande tribulação, nunca experimentada em milênios, é iminente. Como o Senhor Jesus profetizou: “Porque haverá então uma tribulação tão grande, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem jamais haverá” (Mateus 24:21). O tempo que Deus deu ao homem está se esgotando e a porta da graça logo será fechada. Se o homem continuar a rejeitar e resistir a Deus e se recusar a aceitar a obra de Deus nos últimos dias, irá ofender a dignidade de Deus, fará crescer Sua ira e será destruído por Deus na grande tribulação, nuncaexperimentada em milênios. Portanto, agora entendemos que Deus está permitindo que esses desastres ocorram como um meio de nos avisar e nos recordar. Isso nos mostra que Deus é misericordioso e cuida de nós e que nos deu a oportunidade de nos arrepender. Tudo o que podemos fazer é aproveitar esta importante oportunidade para buscar e investigar sobre a aparição e o trabalho de Deus nos últimos dias, aceitar a Sua obra de julgamento por meio das palavras nos últimos dias e purificar os nossos caracteres corruptos. Quando Deus perceber nossa sinceridade, teremos Sua proteção contra os desastres.

Como conhecer a Cristo View

Eu confio que todos nós estamos familiarizados com a palavra “Cristo”. Na Bíblia, foi registrado: “Mas vós, perguntou-lhes Jesus, quem dizeis que Eu sou? Respondeu-lhe Simão Pedro: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Disse-lhe Jesus: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelou, mas Meu Pai, que está nos céus” (Mateus 16:15–17). Muitas pessoas veem esses versículos e dizem sem pensar: “Cristo é o Senhor Jesus encarnado” ou “Cristo é o Messias, o Filho de Deus”, e outros dizem: “Cristo é o Filho do Homem”, “Cristo significa o Ungido.” Mas diante dessas afirmações, algumas pessoas ficam intrigadas: os profetas, os reis e os sacerdotes do Antigo Testamento foram todos ungidos, então por que eles não são chamados de Cristo, mas apenas o Senhor Jesus é chamado de Cristo?

Imagem de Jesus Cristo

Para abordar essa questão, primeiro, vamos ver duas passagens das palavras de Deus: “O Deus encarnado é chamado de Cristo e Cristo é a carne vestida pelo Espírito de Deus. Essa carne é diferente de qualquer homem que é da carne. Essa diferença existe porque Cristo não é de carne e sangue, mas é a encarnação do Espírito. Ele tem tanto uma humanidade normal como uma divindade completa. Sua divindade não é possuída por nenhum homem. Sua humanidade normal sustenta todas as Suas atividades normais na carne, enquanto Sua divindade realiza a obra do Próprio Deus.” “Deus tornado carne é chamado de Cristo, logo, o Cristo que pode dar a verdade às pessoas é chamado de Deus. Não há nada de excessivo nisso […] Cristo não é meramente a manifestação de Deus na terra, mas também a carne específica assumida por Deus enquanto Ele realiza e conclui Sua obra entre os homens. Essa carne não é do tipo que pode ser substituída por qualquer homem, mas do tipo que é capaz de suportar adequadamente a obra de Deus na terra, de expressar o caráter de Deus, de representar bem a Deus e de fornecer vida ao homem.” Essas duas passagens revelam aspectos da verdade sobre o Deus encarnado. Cristo é Deus feito carne, isto é, a realização do Espírito de Deus em um corpo carnal com humanidade e pensamento normal. Ele se torna uma pessoa comum para trabalhar e falar no mundo humano. Por fora, Cristo é Filho do homem comum, mas essencialmente diferente de qualquer ser humano já criado. O homem criado tem apenas a humanidade, sem o menor vestígio da essência divina. Cristo, no entanto, não tem só a humanidade. Mais importante, tem plena divindade. Ele tem a essência de Deus e pode representar Deus, expressar todas as verdades como o Próprio Deus, expressar o caráter de Deus e tudo o que Deus tem e é, e dotar o homem com a verdade, o caminho e a vida. Exatamente como disse o Senhor Jesus: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (João 14:6). Cristo é a manifestação de Deus na terra. Há dois mil anos, o Senhor Jesus veio à Terra para operar, encerrou a Era da Lei, iniciou a Era da Graça, expressou as verdades exigidas para a obra da redenção, ensinou as pessoas a confessar seus pecados, arrepender-se, amar os outros como a si mesmos, e realizou todos os tipos de milagres, como curar os enfermos, expulsar demônios, fazer os cegos enxergarem, os coxos andarem, curar os leprosos, ressuscitar os mortos, alimentar 5.000 pessoas com cinco pães e dois peixes, acalmar o vento e o mar com uma palavra e assim por diante. Toda essa obra foi uma expressão direta de Sua divindade e também uma manifestação da autoridade e poder de Deus. Estas são coisas que nenhum ser humano pode possuir ou alcançar. É porque Cristo expressa Sua obra divina em um corpo carnal com a humanidade normal, e pode demonstrar a verdade a qualquer hora e em qualquer lugar, alimentando, regando, pastoreando o homem e guiando toda a humanidade, que podemos dizer que Ele é Cristo, o próprio Deus encarnado.

Assim, por que os profetas e as pessoas usadas por Deus não podem ser chamados de Cristo? Existe mesmo uma verdade a ser buscada. Vamos ler algumas passagens da palavra de Deus: “Isaías, Ezequiel, Moisés, Davi, Abraão e Daniel foram líderes ou profetas entre o povo escolhido de Israel. Por que eles não foram chamados de Deus? Por que o Espírito Santo não deu testemunho deles? Por que o Espírito Santo deu testemunho de Jesus assim que Ele iniciou Sua obra e começou a proferir Suas palavras? E por que o Espírito Santo não deu testemunho dos outros? Eles, homens que eram de carne, eram todos chamados de ‘Senhor’. Independentemente da denominação que recebiam, sua obra representa seu ser e substância, e seu ser e substância representam sua identidade. Sua substância não está relacionada às suas denominações; é representada pelo que expressaram e pelo que viveram. No Antigo Testamento, não havia nada fora do comum em ser chamado de Senhor, e uma pessoa poderia ser chamada de qualquer forma, mas sua substância e identidade inerentes eram imutáveis.” “As palavras do Deus encarnado inauguram uma nova era, guiam toda a humanidade, revelam mistérios e mostram ao homem a direção que ele deve tomar na nova era. O esclarecimento obtido pelo homem nada mais é que instruções simples para prática ou conhecimento. Não pode guiar toda a humanidade para uma nova era nem revelar os mistérios do Próprio Deus. No final das contas, Deus é Deus e o homem é o homem. Deus tem a essência de Deus e o homem tem a essência do homem.”Dessas passagens, podemos ver com facilidade que a essência do Senhor Jesus Cristo é Deus, que Ele pode fazer diretamente a obra de Deus, expressar tudo o que Ele tem e é, e dar às pessoas a verdade, o caminho e a vida. Ninguém mais poderia fazer isso em seu lugar, ou de qualquer outra obra. Aqueles que são corrompidos por Satanás possuem apenas humanidade, não podem expressar a verdade e não podem realizar a obra de Deus. Assim como na Era da Lei, no Antigo Testamento, muitos profetas antigos, como Moisés, Daniel e Isaías, levaram as pessoas a obedecer aos mandamentos e às palavras de Deus com base na obra de Dele na Era da Lei, espalhando profecias entre os israelitas, como instruídos por Deus, ou transmitindo as palavras Dele, tais como lembretes e admoestações aos israelitas, e assim por diante. E tudo isso vai de encontro com os deveres do homem. Sem as instruções de Deus, o papel de transmitir as Suas palavras não existiria. Isso prova que os próprios profetas não tinham verdade ou o caminho da vida. Eles eram simplesmente pessoas que foram usadas por Deus e cooperaram com a obra do Espírito Santo. Embora sejam chamados de ungidos, eles não são cristos. Portanto, Deus tem a essência de Deus e, o homem, a essência de homem. Para dizer que alguém é Cristo, esse alguém deve ter a essência de Deus, expressar a verdade e se capaz de realizar a obra de salvar a humanidade. Não é uma questão apenas de nome. Não importa como sejam chamados, os seres criados são sempre humanos, não o Cristo. Portanto, podemos entender Cristo como a encarnação do Espírito de Deus. A essência de Cristo é a combinação da humanidade normal e da divindade completa. Ele é o próprio Deus na terra.

Com essa comunhão, acredito que agora temos alguma compreensão do que é o Cristo. Para entender mais claramente este aspecto da verdade, também precisamos buscar e contemplar mais, porque isso é muito útil para nós recebermos o retorno do Senhor. A Bíblia profetiza: “Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até o ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem” (Mateus 24:27). “Pois, assim como o relâmpago, fuzilando em uma extremidade do céu, ilumina até a outra extremidade, assim será também o Filho do homem no seu dia. Mas primeiro é necessário que Ele padeça muitas coisas, e que seja rejeitado por esta geração” (Lucas 17:24–25). Essas profecias mencionam: “a vinda do Filho do homem,” e todos nós sabemos que o Senhor Jesus encarnado é chamado de Filho do Homem e de Cristo. Então a “a vinda do Filho do homem” mencionada pelo Senhor Jesus, muito provavelmente, se refere a Deus retornando encarnado nos últimos dias. A forma como entendemos o Deus encarnado e como entendemos o Cristo dos últimos dias está diretamente relacionada à questão de saber se podemos obter a salvação de Deus, por isso, devemos buscar com cuidado a obra e as palavras de Deus, bem como ouvir a Sua voz, se formos receber a manifestação do Senhor.

Oração de cura por uma criança doente View

Leitura do Evangelho

“Ele voltou, pois, a Caná da Galileia, onde transformara água em vinho. Havia então em Cafarnaum um oficial do rei, cujo filho estava doente. Ao ouvir que Jesus vinha da Judeia para a Galileia, foi a ele e rogou-lhe que descesse e curasse seu filho, que estava prestes a morrer. Disse-lhe Jesus: Se não virdes milagres e prodígios, não credes… Pediu-lhe o oficial: Senhor, desce antes que meu filho morra! Vai, disse-lhe Jesus, o teu filho está passando bem! O homem acreditou na palavra de Jesus e partiu. Enquanto ia descendo, os criados vieram-lhe ao encontro e lhe disseram: Teu filho está passando bem. Indagou então deles a hora em que se sentira melhor. Responderam-lhe: Ontem à sétima hora a febre o deixou. Reconheceu o pai ser a mesma hora em que Jesus dissera: Teu filho está passando bem. E creu tanto ele como toda a sua casa.” (João 4, 46-53)

(Um momento de silêncio para que a Palavra de Deus com seu poder penetre em seu coração e encha você de fé: Deus pode fazer esta cura novamente!)

O relacionamento com Deus se estreitará cada vez mais, ao compreendermos esses quatro pontos View

A Bíblia diz: “Chegai-vos para Deus, e ele se chegará para vós” (Tiago 4:8). Como cristãos, só ao nos aproximar de Deus e ter uma interação real com Deus é que podemos manter um relacionamento normal com Deus e obter a obra do Espírito Santo. É como duas pessoas se associando uma à outra, que só conseguem manter um relacionamento estreito por um longo tempo sendo mais abertas uma com a outra, comunicando-se mais quando encontram problemas e se entendendo e se respeitando mutuamente. Nesta era de vida acelerada, no entanto, empregos sobrecarregados, relacionamentos complicados e tendências sociais malignas nos atraem e nos ocupam cada vez mais. O nosso coração é facilmente perturbado por pessoas, acontecimentos e coisas do mundo exterior, o que nos impede de manter um relacionamento normal com Deus. Isso leva a nos distanciarmos cada vez mais de Deus e, quando encontramos problemas, fica muito difícil de nos aquietar diante de Deus, nos aproximar de Deus e buscar o esclarecimento e a orientação do Espírito Santo. Quando fazemos coisas, em geral as fazemos sem qualquer orientação ou propósito corretos e o nosso espírito fica em um estado constante de vazio e agitação. Então, como exatamente podemos manter um relacionamento estreito com Deus? Só precisamos compreender os quatro pontos a seguir, e o nosso relacionamento com Deus definitivamente se estreitará mais.

1. Ore para Deus com um coração honesto e seja tocado pelo Espírito Santo

O relacionamento com Deus se estreitará cada vez mais, ao compreendermos esses quatro pontos

oração é o canal pelo qual nos comunicamos com Deus. Através da oração, o nosso coração é mais capaz de se aquietar diante de Deus, de contemplar a palavra de Deus, de buscar a vontade de Deus e estabelecer um relacionamento normal com Deus. Mas na vida, por estarmos ocupados com trabalho ou tarefas domésticas, em geral só conseguimos fazer as orações sem nos envolver e simplesmente tratamos Deus de modo superficial, dizendo umas poucas palavras desatentas. Quando nos ocupamos com as primeiras coisas da manhã, como, por exemplo, ir trabalhar, ou com quaisquer outras tarefas, oramos com pressa: “Ó Deus! Confio o trabalho de hoje em Tuas mãos e confio a Ti os meus filhos e os meus pais. Entrego tudo em Tuas mãos e Te peço que me abençoe e me proteja. Amém!”. Tratamos Deus de modo superficial, dizendo umas poucas palavras aleatórias. O nosso coração não se aquieta e tampouco temos qualquer interação real com Deus. Às vezes, dizemos umas palavras que soam agradáveis e às vezes umas palavras vazias e prepotentes na oração para Deus, mas não dizemos a Deus o que se passa em nosso coração. Ou às vezes, quando oramos, recitamos certas palavras de cor e dizemos aquelas mesmas palavras velhas e rotineiras toda vez, e elas se tornam uma oração de um ritual religioso. Muitas orações assim são ditas em nossa vida – orações que se agarram às regras, orações nas quais não abrimos o coração para Deus nem buscamos a vontade de Deus. Deus odeia quando fazemos orações sem sinceridade, porque oração desse tipo só diz respeito à aparência exterior e ao ritual religioso, e não existe interação real com Deus em nosso espírito. Pessoas que oram assim estão tratando Deus de modo superficial e enganando a Deus. Portanto, orações como essas não são ouvidas por Deus e fica muito difícil para as pessoas que oram assim serem tocadas pelo Espírito Santo. Ao orar desse modo, elas são incapazes de sentir a presença de Deus, o espírito delas fica sombrio e fraco e seu relacionamento com Deus se distancia cada vez mais.

Senhor Jesus disse: “Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” (João 4:24). Deus é o Criador que preenche todo o céu e toda a terra. Ele está do nosso lado o tempo todo, observando cada palavra e ação nossas, cada pensamento e ideia. Deus é supremo, absolutamente digno, e, quando oramos para Deus, nós adoramos a Deus e precisamos nos apresentar a Deus com um coração sincero. Portanto, quando oramos para Deus, precisamos ter um coração temente a Deus, falar com Deus de modo sincero e verdadeiro, levar o nosso estado real, as nossas dificuldades e adversidades para Deus e falar disso para Ele, e precisamos buscar a vontade de Deus e buscar o caminho da prática, pois só assim as nossas orações serão conformes à vontade de Deus. Por exemplo, encontramos algumas dificuldades na vida, ou nos vemos vivendo uma situação em que estamos constantemente pecando e confessando, e nos sentimos atormentados. E então abrimos o nosso coração para Deus, contamos esses problemas para Deus e buscamos a vontade de Deus, e Deus verá a nossa sinceridade e nos tocará. Ele nos dará fé ou nos esclarecerá para entender a Sua vontade. Desse modo, passamos a entender a verdade e a ter um caminho para seguir. Por exemplo, quando reconhecemos verdadeiramente que as nossas orações só se agarram às regras e são apenas ditas como uma formalidade, ou quando falamos de maneira prepotente ou vazia, sem termos qualquer interação real com Deus, então podemos orar assim: “Ó Deus! Quando orei antes, eu só estava Te tratando de modo superficial. Tudo que eu disse foi dito para Te enganar e eu não estava falando com sinceridade; eu me sinto em débito Contigo. De hoje em diante, desejo orar com o meu coração. Direi a Ti tudo que se passa em meu coração, Te adorarei com um coração honesto e pedirei a Tua orientação”. Quando nos abrimos para Deus assim, do fundo do nosso coração, o nosso coração fica então tocado. Então vemos o quanto nos rebelamos contra Deus e desejamos mais ainda nos arrepender verdadeiramente para Deus e Lhe falar sinceramente. Nesse momento, vamos sentir que o nosso relacionamento com Deus está extremamente estreito, como se estivéssemos frente a frente com Ele. Esse é o resultado de abrir o nosso coração para Deus.

Abrir o nosso coração para Deus não tem nada a ver com o quanto dizemos a Ele, nem com usarmos ou não palavras ostentosas ou linguagem rebuscada. Enquanto abrimos o nosso coração para Deus, Lhe falamos do nosso verdadeiro estado e buscamos a Sua orientação e o Seu esclarecimento, então Deus nos ouvirá, mesmo se dissermos apenas umas poucas palavras singelas. Quando nos aproximamos de Deus dessa maneira com frequência, seja em reuniões ou durante a devoção espiritual, ou quando estamos caminhando pela rua ou sentados no ônibus ou no trabalho, o nosso coração sempre estará silenciosamente se abrindo para Deus em oração. Sem estarmos cientes disso, o nosso coração pode então se aquietar ainda mais diante de Deus, entenderemos mais a vontade de Deus e, quando encontrarmos problemas, vamos saber como praticar a verdade para satisfazer a Deus. Dessa forma, o nosso relacionamento com Deus se tornará muito mais normal.

2. Ao ler as palavras de Deus, contemple-as com o coração e você compreenderá o verdadeiro significado delas

Ao ler as palavras de Deus, contemple-as com o coração e você compreenderá o verdadeiro significado delas

Os cristãos praticam as devoções espirituais e leem as palavras de Deus todos os dias. Como podemos ler as palavras de Deus de modo que tanto alcancem bons resultados como também possam permitir que o nosso relacionamento com Deus se estreite mais? A palavra de Deus diz: “As pessoas creem em Deus, amam a Deus e satisfazem a Deus tocando o Espírito de Deus com seu coração, obtendo, assim, Sua satisfação; quando se envolvem com as palavras de Deus com o coração, elas são, portanto, movidas pelo Espírito de Deus” (de “Estabelecer um relacionamento adequado com Deus é muito importante”). As palavras de Deus nos dizem que, quando lemos Suas palavras, precisamos contemplá-las e buscar com o nosso coração, precisamos obter o esclarecimento e a iluminação do Espírito Santo e precisamos entender a vontade de Deus e o que Ele exige de nós. Só ao ler as palavras de Deus dessa forma é que os nossos esforços darão fruto e nós nos aproximaremos de Deus. Quando lemos as palavras de Deus, se só passarmos os olhos por elas sem prestar muita atenção, se só nos concentrarmos em entender algumas letras e doutrinas para nos exibirmos e não prestarmos atenção em compreender o verdadeiro significado das palavras de Deus, então podemos ler o quanto for, mas não estaremos de acordo com a Sua vontade e menos ainda seremos capazes de estabelecer um relacionamento normal com Deus.

Portanto, quando lemos as palavras de Deus, precisamos aquietar o nosso coração e usá-lo para ponderar por que Deus diz tais coisas, qual é a vontade de Deus e quais resultados Deus deseja alcançar conosco dizendo tais coisas. Só ao contemplar profundamente Suas palavras dessa forma é que podemos entender a vontade de Deus e ser mais segundo Seu coração, e o nosso relacionamento com Deus se tornará cada vez mais normal. Por exemplo, vemos que o Senhor Jesus diz: “Em verdade vos digo que se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mateus 18:3). Todos nós podemos entender o significado na superfície dessa afirmação, que Deus deseja que nos tornemos pessoas honestas. Mas as questões, tais como o significado de ser uma pessoa honesta, por que Deus ama pessoas honestas e como exatamente se tornar uma pessoa honesta, são questões que devemos contemplar com mais profundidade. Pela leitura e oração e contemplando as palavras de Deus, entendemos então que a essência de Deus é fiel e que não existe falsidade nem logro em nada do que Deus diga ou faça, e por isso Deus ama pessoas honestas e odeia as enganosas. Deus exige que nos tornemos pessoas honestas, pois só nos tornando pessoas honestas segundo as exigências de Deus é que podemos ser conduzidos por Deus para o Seu reino. Então, como exatamente nos tornamos pessoas honestas? Em primeiro lugar, não devemos contar mentiras, mas precisamos ser puros e abertos e dizer o que está em nosso coração; em segundo lugar, não devemos agir de modo enganoso, mas precisamos ser capazes de desistir dos nossos interesses próprios e de enganar Deus e o homem; em terceiro lugar, não deve haver logro em nosso coração, não deve haver motivo nem objetivo pessoal em nossas ações, ao contrário, devemos agir só para praticar a verdade e satisfazer a Deus. Após essa luz ter sido alcançada por meio da contemplação, refletimos sobre as nossas ações e o nosso comportamento e então vemos que ainda temos muitas expressões de engano: quando estamos lidando com outras pessoas, muitas vezes não conseguimos deixar de mentir ou trapacear a fim de salvaguardar os nossos interesses, a reputação e o status próprios. Quando nos despendemos por Deus, podemos dizer em oração que desejamos amar a Deus e satisfazer a Deus, mas quando as provações nos acontecem, tais como o nosso filho adoecer ou nós mesmos ou uma pessoa da família perder o emprego, imediatamente começamos a reclamar com Deus, de tal forma que queremos até desistir do nosso trabalho na igreja; nisso, podemos ver que nos despendemos por Deus de uma maneira que é manchada, de uma maneira pela qual fazemos negócios com Deus. Despendemo-nos por Deus a fim de lucrar com Deus e não só para satisfazer a Deus. Esses são apenas alguns exemplos das nossas expressões de engano. A partir dessas expressões, podemos ver que não somos pessoas realmente honestas. Uma vez que vemos claramente as nossas falhas e deficiências, a determinação surge dentro de nós sedenta pela verdade e buscamos praticar mais as palavras de Deus em nossa vida. Esse é o resultado alcançado pela contemplação das palavras de Deus.

É claro que esse resultado não pode ser alcançado pela contemplação das palavras de Deus uma vez, mas, sim, pela contemplação de Suas palavras muitas vezes. Também precisamos praticar conscientemente as palavras de Deus sempre que encontrarmos problemas. Em suma, enquanto contemplarmos incansavelmente as palavras de Deus com o nosso coração, seremos então capazes de obter o esclarecimento e a iluminação do Espírito Santo. Um dia, ganharemos uma luz nova, no dia seguinte ganharemos um pouco mais de luz nova e, com o tempo, seremos capazes de entender mais sobre a verdade nas palavras de Deus, o caminho da prática se tornará mais claro, a nossa vida fará um progresso gradual e o nosso relacionamento com Deus se estreitará cada vez mais.

3. Busque a verdade e pratique a palavra de Deus em todas as coisas

Os pontos mais cruciais para os cristãos manterem um relacionamento normal com Deus é buscar a verdade quando encontram problemas e praticar segundo Sua palavra. Mas na vida, quando nos deparamos com problemas, em geral confiamos nas nossas experiências próprias ou empregamos métodos humanos para lidar com eles, ou lidamos com eles conforme as nossas preferências. Raramente nos aquietamos diante de Deus e buscamos a verdade ou lidamos com o problema conforme a vontade de Deus. Isso nos faz perder muitas oportunidades de praticar a verdade e nos afastamos cada vez mais de Deus. A palavra de Deus diz: “Não importa o que você está fazendo, não importa quão grande seja, e independentemente de você estar cumprindo sua obrigação na família de Deus ou de ser um assunto particular, você deve considerar se esse assunto se conforma com a vontade de Deus, e se esse assunto é algo que uma pessoa com humanidade deveria fazer. Se você busca a verdade em todas as coisas dessa forma, então você é uma pessoa que realmente crê em Deus” (de “Buscar a vontade de Deus é para o bem da prática da verdade”). “Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sois meus discípulos” (João 8:31). As palavras de Deus nos mostram uma senda clara. Se estivermos trabalhando na igreja ou lidando com questões que encontramos em nossa vida, precisamos sempre buscar a verdade e entender a vontade de Deus, ver como lidar com o assunto de uma maneira que atenda as exigências de Deus, usar a verdade para resolver todos os problemas que possamos encontrar e manter o nosso relacionamento normal com Deus.

Vejam como devemos buscar a verdade quando escolhemos o nosso cônjuge, por exemplo. Quando estamos procurando um parceiro, sempre nos guiamos pelas nossas preferências e nos concentramos na aparência exterior e no temperamento da pessoa, e procuramos um homem alto, rico e bonito, ou uma moça de pele clara, rica e bela, acreditando que só teremos um casamento feliz se nos casarmos com alguém assim, que viveremos uma vida de bem-estar, conforto e prazer físicos e que os outros terão inveja de nós. Mas já nos perguntamos se encontrar um parceiro assim é benéfico para a nossa crença em Deus e para a progressão da nossa vida? Se o nosso parceiro não acreditar em Deus e tentar nos impedir de acreditar em Deus, qual será o resultado? A Bíblia diz: “Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos” (2 Coríntios 6:14). A partir disso, podemos ver que as aspirações dos crentes e não crentes não combinam e não são mutuamente adequadas. Em suas abordagens quanto à fé e às tendências sociais, cada um terá opiniões próprias e buscará coisas diferentes: o cristão vai querer seguir o caminho de temer a Deus e evitar o mal, enquanto o não crente vai querer seguir as tendências malignas do mundo. Quando estamos unidos com um não crente, necessariamente seremos influenciados por ele, e a nossa progressão na vida será contida. Portanto, ao escolher um parceiro, precisamos levar em conta a humanidade e o caráter dessa pessoa e considerar se associar-se a ela vai beneficiar ou não a nossa crença em Deus, se estamos os dois na mesma frequência ou não e se as nossas aspirações estão de acordo ou não. Se não considerarmos essas coisas e só nos concentrarmos na aparência exterior e na situação familiar da pessoa, então, depois de nos casarmos, o sofrimento virá porque não estamos na mesma frequência. Se o nosso parceiro também tentar nos coagir e nos impedir de acreditar em Deus, isso arruinará ainda mais a nossa vida espiritual. Portanto, é possível ver que, seja qual for a questão que encontremos em nossa vida, só buscando a verdade, compreendendo a vontade de Deus e agindo segundo a vontade de Deus é que podemos viver sob o cuidado e a proteção de Deus e só assim podemos manter o nosso relacionamento normal com Deus.

4. Chegue diante de Deus e reflita sobre si mesmo todos os dias, mantendo assim o seu relacionamento estreito com Deus

Deus Jeová disse: “Considerai os vossos caminhos” (Ageu 1:7). Das palavras de Deus, podemos ver que refletir sobre nós mesmos é muito necessário para a nossa entrada na vida! Pela reflexão, podemos ver que temos muitas falhas e que estamos bem longe dos critérios exigidos por Deus. A motivação para buscar a verdade, portanto, surge em nós, decidimos abandonar a nossa carne e fazemos o melhor para praticar segundo a palavra de Deus. Desse modo, nós nos atentamos em agir segundo as exigências de Deus nas nossas experiências práticas, praticamos a palavra de Deus e o nosso relacionamento com Deus se torna cada vez mais normal. Por exemplo, aqueles que servem como líderes na igreja veem o que diz na Bíblia: “Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, não por força, mas espontaneamente segundo a vontade de Deus; nem por torpe ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores sobre os que vos foram confiados, mas servindo de exemplo ao rebanho” (1 Pedro 5:2-3). Portanto, devemos nos engajar na autorreflexão quando estivermos pastoreando nossos irmãos e irmãs e nos perguntar: estamos tendo o cuidado de testificar as palavras do Senhor e Sua vontade, levando nossos irmãos e irmãs diante de Deus, ou estamos dizendo coisas altissonantes e sem sentido quando fazemos sermões a fim de nos exibir, estamos pregando letras e doutrinas para fazer nossos irmãos e irmãs nos adorarem e nos admirarem? Quando irmãos e irmãs nos dão sugestões razoáveis, refletimos sobre os nossos problemas ou nos recusamos a aceitar as sugestões deles, a ponto de até darmos desculpas e tentarmos nos justificar? Pela autorreflexão, podemos ver que ainda existem muitas áreas em nosso serviço a Deus em que somos rebeldes e que ainda possuímos muitos caracteres corruptos que exigem que busquemos persistentemente a verdade a fim de que sejam resolvidos. Desse modo, podemos nos conduzir humildemente, podemos buscar mais a vontade de Deus em nosso trabalho e podemos liderar nossos irmãos e irmãs segundo as exigências de Deus. Se não formos capazes de chegar diante de Deus e refletir sobre nós mesmos com frequência, então fracassaremos em reconhecer as nossas corrupções e falhas e ainda acreditaremos que somos pessoas em busca da verdade. Estaremos, portanto, contentes em continuar assim e nos recusaremos a fazer qualquer progresso, nos tornaremos cada vez mais arrogantes e hipócritas, acreditando que somos segundo o coração de Deus. Na verdade, porém, as nossas ações e o nosso comportamento serão inaceitáveis para Deus, e Deus nos detestará. É possível ver, portanto, que o engajamento frequente na autorreflexão é muito importante e que a prática da verdade é construída sobre a fundação do autoconhecimento. Só tendo o conhecimento verdadeiro das próprias corrupções e falhas é que pode surgir remorso, e então estaremos dispostos a buscar a verdade e praticar as palavras de Deus. A autorreflexão é muito benéfica para o progresso da nossa vida e é a chave indispensável para nos aproximarmos de Deus.

Há muitas formas de refletirmos sobre nós mesmos: podemos refletir sobre nós mesmos à luz das palavras de Deus; podemos refletir sobre nós mesmos nos erros que cometemos na nossa vida diária; outras pessoas apontando as nossas falhas e corrupções é uma oportunidade mais excelente ainda de refletirmos sobre nós mesmos; além disso, quando vemos os erros cometidos por aqueles que nos cercam, também podemos refletir sobre nós mesmos, pegar aqueles erros como uma advertência, aprender as lições e ser beneficiados por elas, dentre outras coisas. A autorreflexão não se limita ao dia nem à noite. A qualquer hora e em qualquer lugar, podemos orar para Deus em nosso coração, refletir sobre as nossas corrupções e conhecê-las, podemos buscar a vontade e as exigências de Deus em Suas palavras e nos arrepender a tempo. Mas, antes de irmos para a cama todas as noites, devemos resumir e refletir sobre tudo que fizemos naquele dia, e então seremos capazes de ter uma compreensão mais clara do nosso estado e saber em quais coisas ainda não acertamos. Quando começarmos a fazer isso, a nossa busca será mais direcional e mais benéfica para estabelecer um relacionamento normal com Deus.

Irmãos e irmãs, os quatro pontos acima são o caminho da prática para nos aproximarmos de Deus. Enquanto colocarmos esses pontos em prática, o nosso relacionamento com Deus se estreitará mais, teremos um caminho de prática com as questões que encontrarmos, e Deus nos concederá paz e alegria e nos capacitará a viver em Suas bênçãos. Então, por que não começamos já?

O que é oração verdadeira? View

Palavras de Deus relevantes:

O que significa orar verdadeiramente? Significa falar a Deus as palavras que estão dentro do seu coração e comungar com Deus, tendo compreendido Sua vontade e com base em Suas palavras; significa sentir-se particularmente próximo de Deus, sentir que Ele está diante de ti e que você tem algo a dizer a Ele; e significa estar com o coração especialmente radiante e sentir que Deus é especialmente gracioso. Você se sentirá especialmente inspirado, e, após ouvirem suas palavras, seus irmãos e irmãs se sentirão gratificados; eles sentirão que as palavras ditas por você são as palavras que estão em seus corações, as palavras que eles desejam dizer, e que o que você diz representa o que eles querem dizer. Isso é o que significa orar verdadeiramente. Depois de ter orado verdadeiramente, você se sentirá em paz e gratificado em seu coração; a força para amar a Deus se elevará, e você sentirá que nada, em toda a sua vida, é mais digno ou significativo do que amar a Deus — e tudo isso provará que as suas orações foram eficazes.

Extraído de ‘Acerca da prática daoração’ em “A Palavra manifesta em carne

O padrão mais baixo que Deus exige das pessoas é que elas sejam capazes de abrir seus corações para Ele. Quando o homem oferece seu verdadeiro coração a Deus e diz a Deus o que realmente está dentro de seu coração, então Deus está disposto a operar no homem; Deus não quer o coração distorcido do homem, mas seu coração puro e honesto. Quando o homem não fala verdadeiramente com Deus o que está em seu coração, então Deus não toca no coração do homem nem opera nele. Portanto, o ponto mais crucial na oração é falar com Deus as palavras do seu verdadeiro coração, contando a Deus suas falhas, ou caráter rebelde, e se abrindo completamente a Deus. Somente então Deus estará interessado nas suas orações; caso contrário, então Deus ocultará Sua face de você.

Extraído de ‘Acerca da prática da oração’ em “A Palavra manifesta em carne”

Às vezes, confiar em Deus não significa pedir a Deus que faça algo usando palavras específicas, nem pedir Sua orientação ou proteção específicas. Ao contrário, é quando encontram algum problema que as pessoas são capazes de invocá-Lo sinceramente. Então, o que Deus está fazendo ali quando as pessoas o invocam? Quando o coração da pessoa se agita e ela pensa: “Ó Deus, não consigo fazer isso sozinha, não sei como fazer e me sinto fraca e negativa”, quando esses pensamentos surgem nela, Deus não sabe disso? Quando esses pensamentos surgem, o coração das pessoas é sincero? Quando elas invocam Deus sinceramente dessa maneira, Deus concorda em ajudá-las? Apesar do fato de poderem não ter dito uma palavra, elas mostram sinceridade, e assim Deus concorda em ajudá-las. Quando alguém encontra uma dificuldade especialmente espinhosa, quando não tem ninguém a quem recorrer, quando se sente particularmente desamparado, ele coloca sua única esperança em Deus. Como são suas orações? Qual é o seu estado de espírito? Ele é sincero? Existe alguma adulteração nesse momento? Só quando confia em Deus como se Ele fosse a última gota a que você se agarra para salvar sua vida, esperando que Ele o ajude, é que seu coração é sincero. Embora você possa não ter dito muito, seu coração já se mexeu. Isto é, você dá o seu coração sincero a Deus e Deus ouve. Quando ouve, Deus vê suas dificuldades e Ele irá esclarecer você, guiar você e ajudar você.

Extraído de ‘Primeiro, os crentes precisam discernir as tendências malignas do mundo’ em “Registros das falas de Cristo”

Orar não consiste em passar por formalidades ou seguir um procedimento, nem recitar as palavras de Deus, o que quer dizer que a oração não significa repetir palavras como um papagaio e copiar outras. Na oração, você tem de entregar seu coração a Deus, compartilhando com Deus as palavras que estão em seu coração para que seja tocado por Deus. Se quiser que as suas orações sejam eficazes, então elas têm de se basear na leitura que você faz das palavras de Deus. Somente orando em meio às palavras de Deus é que você será capaz de receber mais esclarecimento e iluminação. Uma oração verdadeira se revela por ter um coração que anseia pelas exigências estabelecidas por Deus e por sua disposição em cumprir essas exigências; você será capaz de odiar tudo o que Deus odeia, de cuja base você terá conhecimento, e saberá e terá clareza sobre as verdades explicadas por Deus. Ter a resolução, a fé e o conhecimento, e um caminho pelo qual praticar após orar — somente isso é orar verdadeiramente, e somente orações assim podem ser eficazes. No entanto, a oração tem de ser construída sobre as bases do deleite das palavras de Deus e da comunhão com Deus em Suas palavras, com seu coração sendo capaz de buscar a Deus e estar em paz perante Deus. Tal oração já atingiu o ponto de verdadeira comunhão com Deus.

Extraído de ‘Acerca da prática da oração’ em “A Palavra manifesta em carne”

Espero que os irmãos e irmãs sejam capazes de orar verdadeiramente em todo e cada dia. Contudo, não se trata de adesão à doutrina, mas um efeito que tem de ser alcançado. Você está disposto a se privar de um pouco de sono e gratificação, recitando orações pela manhã, ao amanhecer, para depois apreciar as palavras de Deus? Se você orar com um coração puro e comer e beber as palavras de Deus desse modo, você será mais aceitável a Ele. Se fizer assim toda manhã, se cada dia você praticar entregar seu coração a Deus, comunicando-se e se engajando com Ele, então seu conhecimento sobre Deus certamente aumentará, e você será melhor capaz de compreender a vontade de Deus. Você deve dizer: “Ó, Deus! Eu desejo cumprir meu dever. Para que Tu sejas glorificado em nós e para que possas deleitar-se com o nosso testemunho, deste grupo de pessoas, tão somente posso devotar todo o meu ser a Ti. Suplico que operes em nós, para que eu possa verdadeiramente amar e satisfazer a Ti, e fazer de Ti o objetivo que busco”. Quando tiver se apoderado desse fardo, Deus certamente o tornará perfeito; você não deve orar somente em prol de si mesmo, mas também em prol de fazer a vontade de Deus e em prol de O amar. Esse é o tipo mais verdadeiro de oração.

Extraído de ‘Acerca da prática da oração’ em “A Palavra manifesta em carne”

Trechos de sermão e comunhão para referência:

Há vários resultados que uma comunhão verdadeira com Deus deve produzir: primeiro, ao comungar com Deus, passamos a conhecer a verdade sobre nossa corrupção e a essência de nossa natureza, alcançando assim o resultado de conhecer a nós mesmos. Na presença de Deus, devemos refletir frequentemente sobre as coisas que temos feito para ver se elas se conformam ou não com a vontade Dele e para saber do que temos dependido para viver. Se tivermos vivido pela palavra de Deus, então esse é o testemunho para a entrada na vida. Se tivermos vivido pela filosofia de Satanás, essa é uma expressão da natureza dele, que é considerada uma transgressão. Segundo, ao termos comunhão com Deus, nós não somente alcançamos o conhecimento verdadeiro de nós mesmos, mas também alcançamos o conhecimento verdadeiro Dele, que é o resultado da comunhão com Ele. Após alcançar o conhecimento verdadeiro de Deus, surgirá em nosso coração o desejo de reverenciar a Deus, de obedecer a Ele e de amá-Lo, o que acabará gerando em nós a resolução de servir a Deus. Esse é um resultado alcançado por conhecer a Deus, e também é o resultado alcançado por se ter comunhão com Ele. Se não alcançarmos esses resultados em nossa comunhão com Deus, isso é suficiente para provar que não entramos na trilha certa em nossas orações e que não tivemos comunhão de fato com Ele. Algumas pessoas dizem: “Bem, eu tenho orado por muitos anos, então isso significa que estou em comunhão com Ele em oração?” Então você tem de medir conforme esses resultados. Você alcançou o resultado de conhecer a si mesmo em suas orações? Você alcançou o resultado de buscar a vontade de Deus e a verdade? Você alcançou o resultado de obedecer a Deus? Você alcançou o resultado de reverenciar a Deus? Você alcançou o resultado de amar a Deus? Se você não alcançou nenhum desses resultados, então suas orações são vazias, são sem significado e você simplesmente não está em comunhão verdadeira com Deus.

Extraído de “Sermões e comunhão sobre a entrada na vida”

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